Ki-itchi !!, Tome 5 : PDF

Havaí, Guam, Ilhas Marshall, Palau, Peru, Taiwan, entre outros países. A língua japonesa é o idioma falado no Japão e em outros lugares do mundo onde se encontram comunidades de imigrantes e descendentes de japoneses, ou nikkei. O kanji 日 designa o sol, e o kanji ki-itchi !!, Tome 5 : PDF, aqui, significa « origem ».


« Personne ne m’approche, personne ne me parle. » En fait, personne ne s’occupe de lui !! Notre monde de mensonges et de faux semblants est devenu l’ennemi de Ki-itchi. Son exil en pleine montagne lui a permis de toucher à la nature réelle de l’existence. Son aventure au sein de l’école primaire va pouvoir enfin débuter…

Essa designação para o Japão vem da China devido à posição geográfica relativa entre os dois países — é daí que vem a expressão País do Sol Nascente. Os kanjis entraram na sua maioria por intermédio da Coreia. A língua japonesa sofreu influência maciça da língua chinesa por um período de, no mínimo, 1. Muito de seu vocabulário foi importado da língua chinesa ou criado com base em modelos chineses.

Sua gramática é semelhante à da língua coreana e há indícios de que são correlatas. Em várias sociedades sem sistemas de escrita, esta situação proporciona o surgimento de histórias e canções a partir de mitos, sagas, lendas, épicos e poemas. O Japão possuía três tipos de sociedades diferentes: Ainu, Ryūku e Yamato. Ryūku e Yamato ocupavam as restantes ilhas. Os Ainu eram uma sociedade ligeiramente mais atrasada, ainda recoletora, e a sua língua era bastante diferente dos outros dois grupos. Os Ryūku apresentavam algumas semelhanças com os Yamato, podendo afirmar-se ser a mesma língua, apenas um dialeto diferente. A língua dos Yamato veio a tornar-se ao que se chama hoje de japonês, mas não sem a influência chinesa.

Desta forma, quando o sistema de escrita chinês chegou ao Japão era necessário modifica-lo. A esta adaptação deu-se o nome de Man’yōgana. A escrita chinesa chegou ao Japão entre o século V e VII. No entanto, a escrita foi adaptada à já existente língua japonesa, através da adaptação do som ou significado. Esta adaptação do chinês teve grande influência no desenvolvimento da língua japonesa. Não só em termos gramaticais mas também de enriquecimento vocabular, e até de desenvolvimento de estilos literários. De facto, o nascimento de dois estilos literários, um com uma influência chinesa pronunciada e o outro com quase nenhuma e bem perto da linguagem coloquial, enriqueceram a literatura japonesa, consideravelmente.

Durante o período Edo, a língua chinesa, no Japão, tinha uma posição semelhante ao latim na Europa, na Era Medieval. Era o veículo de toda a literatura séria, e, mais especificamente, da história. Os letrados japoneses atingiam um alto nível de composição no dialeto literário da dinastia Han, um período que pode corresponder, para a China, à era de Augusto, em Roma. O poder comercial do inglês, que agora domina o mundo, leva o nosso povo a algum conhecimento dos seus caminhos e hábitos comerciais. A necessidade absoluta do domínio do inglês foi-nos forçado. Outros defendiam a romanização da escrita japonesa, enquanto outros queriam eliminar completamente o uso de kanji, adotando apenas o kana.

Em 1884, Romajikai, o primeiro lobby a promover a romanização do japonês, foi estabelecido, e influenciou a política da língua japonesa na Era Meiji. Havia outro grupo que valorizava a cultura japonesa inerente e tinha uma forte ligação ao Kana como substituto do Kanji. No último período da Era Edo, Maejima Hisoka submeteu um relatório ao último Shogun Tokugawa Yoshinobu, no qual, ele defendia a abolição do Kanji e a sua substituição pelo Kana. O debate aceso entre Kanji e Kana foi naturalmente extinguido quando o Kanji-Kana Maijiri Bun, uma mistura entre Kanji e Kana, foi estabelecido como a forma base da escrita japonesa. Na fase seguinte, depois de 1890, a discussão evoluiu para a reforma do estilo de escrita literário, e muitos trabalhos experimentais por, principalmente, escritores realistas, começaram a aparecer uns atrás dos outros.

Não se pode afirmar que existe uma grande mudança a nível de alteração do estilo de carateres, mas a maior diferença é no facto de o número de carateres em kanji ser reduzido, introduzindo mais carateres japoneses. Estes trabalhos, escritos no estilo e na linguagem do japonês clássico, eram elegantes, mas inacessíveis às massas, as quais, o discurso coloquial tinha derivado das formas escritas do japonês de séculos anteriores. Um dos desafios centrais, na altura, para uma literatura japonesa moderna, especificamente, e cultura, no geral, era como unificar a linguagem falada e escrita. Editoras adotaram o novo estilo para jornais literários para as crianças, como Akai Tori, e para as outras publicações para as massas, o que levou à sua adoção geral. Esta criação foi feita por educadores e linguistas ocidentais.

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